segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Deu no Blog da CDL...


E tome nota...

A palestra era para chamar atenção dos consumidores quanto aos seus direitos e deveres enquanto clientes, e chamou. Mas, quem também foi centro das atenções foi o pequeno grande Gabriel, filho do palestrante Marcelo Diógenes. Gabriel com sua gentileza e presteza já demonstra que será um grande homem. De uma cortesia extraordinária o menino estava eufórico e orgulhoso com o pai. Com uma habilidade e muito comunicativo receptou a todos que chegavam com um boa noite e, “assine aqui e pode entrar”. Diante de tanta educação, é assim! Os filhos refletem o que os pais são!
Postado por Betto Aragão às 17:04 1 comentários

Sou mãe coruja, mas com razão.
Bjs a todos,
Míriam

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Forró da AADESC


A Associação de Apoio ao Deficiente de Santa cruz do Capibaribe - AADESC está organizando um forró beneficente em prol da Construção da sua nova Sede. O evento será realizado no próximo dia 12 de setembro no Clube Ypiranga e trás como atrações a cultura da Orquestra Sanfônica dos Oito baixos, Bidinga do Acordeon e o forrozeiro Santana. Os ingressos estão sendo vendidos na Discoteca do Bojão, na Shymon e na sede da CDL Santa Cruz do Capibaribe. Com 15 reais você vai dançar muito forró e estará colaborando com essa entidade que ajuda a tantas crianças e adolescentes especiais da nossa cidade e da região. Se você tiver disponibilidade de ajudar mais um pouquinho, junte amigos ou sua família e adquira a mesa no valor de cem reais.




Não perca a oportunidade de dançar muito forró, e colaborar com a AADESC, contamos com você.




A CDL acredita nessa ideia e faz o convite a todos seus associados a fazer parte dessa "corrente do bem".

sábado, 15 de agosto de 2009

achados na net



Olha só que gracinhas!
Bjs,
Míriam

domingo, 9 de agosto de 2009

Pai...


Pai,
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que filha e pai.
Grandes amigos enfim.
Pai,
Pode ser que daí você entenda
Coisas que antes não via
Mais alguns anos, talvez.
Pai,
Você pode ver, eu to bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e insistindo
Com vontade pra não te esquecer.
Pai,
Já não faz sentido ser tudo
Só não quis e nem fiquei muda
Pra falar a primeira vez
Pra você.
Pai,
Fica em paz uma vez, finalmente
Finalmente sem críticas, siga enfrente
Aprendemos esse jogo da vida
Sem tempo de ensaiar pra viver.
Pai,
Perdoa minha intolerância
Quando deixei de ser aquela criança
Que te adorava por inteiro
Nos teus braços, nos teus passos
Um dia fomos um
Pai,
Eu cresci, pena não foi no seu tempo
Quero só caminhar com meus filhos
Que crescem com sua imagem na parede
Pai,
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais muito mais que um ente querido
Nem você nem nós estamos sozinhos
Obrigada por ser grande parte desse caminho
Que hoje eu sigo em
Paz.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Coisas de mãe...



Olá pessoal, demorei mas to de volta.
Como dizia a letra de uma velha lambada, (vixe! Entreguei minha idade) “a vida é um perde e ganha...” Todos nós sabemos disse e alguns aprendem isso desde muito cedo.
Guardadas as devidas proporções, já que o sentimento de perda varia de pessoa, da importância financeira e sentimental do algo perdido, etc. Gabriel se deparou com esse sentimento a alguns dias. Em um dos nossos passeios à casa de amigos, ele perdeu um bichinho de pelúcia que o tinha como “bichinho de estimação”. Por ser bem pequeno e acreditarmos que ele perdeu na rua, no trajeto até o carro, não o encontramos.
Embora eu tenha voltado ao local com ele e ficado até tarde da noite revirando lixo e perguntando aos feirantes, não o encontramos. À medida que as horas se passavam via a tristeza e a desilusão se apoderando do meu pequeno. Como é ruim... Sabia no meu ceticismo de adulto, que não iríamos encontrar. Mas acreditava lá longe na minha esperança de eterna criança, que pudéssemos encontrá-lo em um revirado de folhas secas no cantinho de uma calçada. E ficamos ali, sentados em um canteiro, olhando pra o chão, olhando um pra o outro sem saber mais o que fazer. Mesmo com toda tristeza achei algo de bom naquela situação. Estávamos juntos ali vivendo aquilo com toda cumplicidade que possa existir entre mãe e filho. Até que resolvemos ir pra casa e conversar sobre o que a gente ganha e perde ao longo da vida. (conversa besta pra uma criança de 7 anos né não?)
Durante a semana Gabriel não se alegrou com nada e o pior é que o bichinho não existia mais pra vender onde compramos. Foi aí que tive a idéia de procurar na internet nos sites de brinquedos velhos e usados. E comecei a jornada rumo ao bichinho perdido. Finalmente encontrei um “irmão gêmeo” de TIGRINHO (o nome da fera) em Santos – SP por R$ 6,00 + o frete. Fim da agonia! Estamos à espera do dito cujo por esses dias.
Gabriel sabe que não é o mesmo e sim outro igual que consegui comprar, mas está ansioso e satisfeito. Também já conversamos sobre o fato de existir pessoas e coisas que, ao perdermos, não podemos e muitas vezes nem queremos substituição alguma. Fica a saudade e as lembranças. Mas em outros casos, assim como esse, conseguimos essa substituição para que ele aprenda a dar mais atenção e valor ao que ele gosta pra não perder de novo. Mesmo sabendo que essa foi a primeira de muitas que ainda viram.
Beijos a todos,
Míriam

terça-feira, 23 de junho de 2009

23 de Junho noite de São João...



Olha pro céu mau amor, vê como ele está lindo!...
Não tem jeito, somos nordestinos e pedimos permissão ao Menino Jesus e o seu Natal também ao Jesus homem e sua ressurreição na Páscoa, para deixar a emoção falar mais alto nessa noite de 23 de junho.
Santo Antônio, São João e São Pedro nem de longe querem ser mais importantes do que o Pai Celestial. Mas é que nessa época do ano o sertanejo se alegra com as chuvas e com elas vem a fartura e de quebra as comemorações com muita comida, dança e gratidão.
Viva Santo Antônio, São João e São Pedro!!!
Viva o povo nordestino que sabe driblar as crises desde que o mundo é mundo!!!
VIVA!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Refeição em família



Crianças aprendem mais com aquilo que vêem do que com aquilo que escutam (dizem os estudiosos). Ou seja, o dia a dia nosso tem bem mais influência na formação de uma criança do que aquilo que dizemos, ordenamos, repetimos várias vezes, muitas dessas vezes quase que mecanicamente.
Filho era pra vir com bula. Mas como não vem, e ninguém inventou ainda a fórmula perfeita pra educar, o negócio é usar o bom senso, muito amor e... PACIÊNCIA!!!
Nos momentos das refeições não são diferentes. Com o corre corre do dia adia é difícil reunir a família em volta da mesa para colocar o papo em dia. Mas é preciso esforço para conseguir esse feito pelo menos uma vez ao dia. É nessas horas que as crianças sentem os laços familiares mais de perto. Assim como um banho dado pela mamãe, uma historinha na hora de dormir, a tarefa de casa ao lado do papai, etc. (Afinal babá é uma mão na roda mas não substitui os pais).
Conseguindo a proeza, nos deparamos com a segunda parte do processo, não menos complicado: Bons modos à mesa + alimentação saudável e equilibrada – stress à mesa = tudo na paz. VIXE!! Essa parte tem o que se ver kkk. Melhor deixar pra outro dia.
Bjs,
Míriam