terça-feira, 23 de junho de 2009

23 de Junho noite de São João...



Olha pro céu mau amor, vê como ele está lindo!...
Não tem jeito, somos nordestinos e pedimos permissão ao Menino Jesus e o seu Natal também ao Jesus homem e sua ressurreição na Páscoa, para deixar a emoção falar mais alto nessa noite de 23 de junho.
Santo Antônio, São João e São Pedro nem de longe querem ser mais importantes do que o Pai Celestial. Mas é que nessa época do ano o sertanejo se alegra com as chuvas e com elas vem a fartura e de quebra as comemorações com muita comida, dança e gratidão.
Viva Santo Antônio, São João e São Pedro!!!
Viva o povo nordestino que sabe driblar as crises desde que o mundo é mundo!!!
VIVA!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Refeição em família



Crianças aprendem mais com aquilo que vêem do que com aquilo que escutam (dizem os estudiosos). Ou seja, o dia a dia nosso tem bem mais influência na formação de uma criança do que aquilo que dizemos, ordenamos, repetimos várias vezes, muitas dessas vezes quase que mecanicamente.
Filho era pra vir com bula. Mas como não vem, e ninguém inventou ainda a fórmula perfeita pra educar, o negócio é usar o bom senso, muito amor e... PACIÊNCIA!!!
Nos momentos das refeições não são diferentes. Com o corre corre do dia adia é difícil reunir a família em volta da mesa para colocar o papo em dia. Mas é preciso esforço para conseguir esse feito pelo menos uma vez ao dia. É nessas horas que as crianças sentem os laços familiares mais de perto. Assim como um banho dado pela mamãe, uma historinha na hora de dormir, a tarefa de casa ao lado do papai, etc. (Afinal babá é uma mão na roda mas não substitui os pais).
Conseguindo a proeza, nos deparamos com a segunda parte do processo, não menos complicado: Bons modos à mesa + alimentação saudável e equilibrada – stress à mesa = tudo na paz. VIXE!! Essa parte tem o que se ver kkk. Melhor deixar pra outro dia.
Bjs,
Míriam

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Irmãos




Naturalmente pai e mãe ensinam, auxiliam, ajudam os filhos nas tarefas diárias e nas muitas dúvidas que surgem freqüentemente. Porém, existem coisas que somente os filhos de pais filhos únicos podem ensinar a esses pais.
Muitas são as vezes em que fico observando os meus filhos brincarem, brigarem, dividirem. Não tenho irmãos e Marcelo também não, o que não é nada bom. E por isso, com eles podemos se não vivenciar, pelo menos assistir de camarote o que é crescer junto, aprender junto, compartilhar tudo, até mesmo pai e mãe.
Não é sempre um mar de rosas é certo, Helena pega os brinquedos de Gabriel e ele fica uma fera, Gabriel sai pra brincar com os amiguinhos e Helena chora. Mas quando eles resolvem brincar é uma cumplicidade, uma sintonia sem igual.
É muito gratificante aprender com eles. Nos faz descer um pouco do pedestal no qual nos colocamos e perceber que ser pai e mãe não é ensinar sempre, mas principalmente observar, interagir e aprender.
Bjs,
Míriam

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Chupeta, consolo ou vilã?


Quando Gabriel nasceu, confesso que não havia pensando na polêmica entre dar ou não dar chupeta. Não sei se por ser meu primeiro filho, já tinha comprado de todas as cores. Porém, não em todos os formatos. Sempre tive o cuidado de comprar as chupetas com formatos anatômicos, com bico de silicone e no tamanho adequado a idade. Só quando cheguei da maternidade e as visitas começaram a chegar em casa é que fui ouvindo as opiniões de cada um (que são muitas e diversas) é que fiquei pensativa e com medo de estar fazendo uma coisa errada e que prejudicasse meu filho. Resolvi seguir minha intuição e continuei com o “consolo” e amamentei por 6 meses sem problema nenhum.
Gabriel deixou a chupeta com mais ou menos 3 anos. Meio tarde, eu creio. Mas sua dentadura é perfeita e sua dicção também.
Com Helena a chupeta também entrou no enxoval. Hoje, com 2 anos de idade já comecei a retirada gradativa para que não prejudique a dentição e para que aos poucos ela comece a não depender de um “consolo” para encarar as frustrações do dia a dia.
No encarte Revista JC do Jornal do Comércio com data de 03 de maio desse ano, foi publicada uma matéria que fala sobre pesquisas recentes que absolvem em parte a chupeta da culpa de atrapalhar a amamentação. No entanto, os dentistas ainda a consideram vilã, principalmente após os 3 anos de idade.
A matéria fala sobre a origem, as mudanças e os possíveis malefícios e benefícios da chupeta.
Inventada pelos gregos a mais de 3 mil anos para acalmar rebentos indóceis, as chupetas eram feitas de linho e embebidas em mel, leite adocicado, conhaque e láudano (ópio misturado com álcool). Uma bomba né? Já no século 19, as chupetas ainda eram feitas de pano e ainda por cima muitas vezes umedecidas com a saliva da mãe e das enfermeiras (arg!). Acredito que vem daí a grande maioria da aversão a esse objeto.
Não quero redimir a chupeta de todo e qualquer mal que possa causar. Os próprios médicos reconhecem a necessidade de sugar de um bebê. E essa sucção suprida através da chupeta ou do dedo, é chamada de sucção não nutritiva. Não nutritiva porque não mata a fome, mas sacia outros desejos aos quais Freud batizou de fase oral, quando os desejos são supridos somente pela boca.
Bem, o que me chamou a atenção mesmo foi o fato das últimas pesquisas apontarem a chupeta como aliada na prevenção da morte súbita (síndrome que causa parada respiratória em bebês com menos de um ano, durante o sono). Um dos maiores medos de uma mãe.
No final das contas, a matéria nem condena nem absolve a dita cuja. Como tudo nessa vida, a chupeta tem seu lado positivo, já que acalma, auxilia na prevenção da morte súbita e das cólicas, etc. E tem seu lado ruim, quando atrapalha na dentição, na dicção (se usada depois dos 3 anos) e deixa a criança dependente de um objeto para se acalmar. Saio em defesa da chupeta já que chupar o dedo é bem pior devido a sujeira das unhas e por ser mais difícil para os pais controlar.
Mais uma vez o que vale é o bom senso e o bom e velho instinto materno.
Bjs a todos,
Míriam

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Bingo Beneficente AADESC





Olá pessoal! Ta chegando o dia de darmos nossa parcela de contribuição para a realização de um grande sonho, de uma grande obra em nossa cidade e para a região. Falo do bingo beneficente que irá realizar-se nesse sábado, 09 de maio em prol da construção da nova sede da AADESC.
Todos os prêmios foram gentilmente doados e a cartela custa apenas R$ 10,00.
O bingo será realizado na Pracinha do Estudante as 3H da tarde.
As crianças da AADESC estão contando com a nossa ajuda.
Abraços a todos,
Míriam

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Doce inocente?



Será mesmo que tudo que a gente gosta é imoral, ilegal ou engorda?
Tem um monte de coisas “boas” que eu adoro comer e que boicotam a minha alimentação saudável. Aí alguém pode dizer: mas comer é muito bom! É sim, também acho. Mas uma coisa que nunca comi, não sei o gosto que tem, não posso sentir vontade alguma não acham? Queria eu nunca ter provado pizza, chocolate, camarão, sushi, etc. kkkk.
A questão é a seguinte: Doces e guloseimas deveriam fazer parte do dia a dia das crianças?
Todas as guloseimas lembram crianças, festinhas, brincadeiras. Não é de todo mal. Porém não pode ou não deveria ser uma constante. Não sou eu que digo isso e sim as pesquisas alimentares, médicos, educadores, etc.
Resolvi tocar nesse assunto depois de ler uma matéria na revista Pro Teste de março desse ano. Fala sobre o perigo das, aparentemente, inocentes gelatinas.
Segundo a reportagem, a gelatina é muito encontrada nos lares brasileiros por ter um preço baixo, boa apresentação e sabor que agrada principalmente as crianças. Também existe a idéia de que a gelatina fortalece unhas, cabelos e pele devido ao colágeno existente.
No entanto, a conclusão da reportagem não corresponde às expectativas depositadas no produto. Em síntese, a gelatina nada mais é do que uma “uma mistura de corantes artificiais, aromatizantes, conservantes e açúcar ou edulcorantes...” Também foi constatado que a quantidade de colágeno existente é muito pequena e o sabor de frutas é artificial. Mas o que realmente as torna impróprias para o consumo infantil é o excesso de edulcorantes e um corante artificial relacionado a distúrbios no público infantil. Adultos podem consumi-las, mas com moderação.
As preferências alimentares dos meus filhos são bem distintas. Gabriel não gosta de refrigerantes e doces e Helena é uma formiga. Não é nada fácil fazer uma criança comer o que ela não gosta somente argumentando que é um alimento saudável. Sabendo bem disso, evito “apresentar” aos meus filhos produtos industrializados, com açúcar, muito sódio,corantes, etc. E tento faze-los comer coisas saudáveis. Com Gabriel o problema é faze-lo comer e diversificar os alimentos. Já com Helena, que é fã de doces, não a privo dos prazeres da mesa mas se é pra comer doce, que seja caseiro, um picolé de frutas, uma banana assada com mel, etc. Ou seja, é uma questão de consciência e disposição pra não cair na cilada das propagandas e das conveniências de comprar o que for mais fácil deixando a saúde em segundo plano.
Beijos a todos,
Míriam

terça-feira, 14 de abril de 2009

Feriado de Páscoa








Olha nós aqui de novo!
Todo mundo sabe o quanto está em alta o turismo rural, o eco turismo, etc.
Modismos à parte, nesse feriado de Páscoa, “fugimos” pra o meio do mato. Mas precisamente no cariri brabo da Paraíba no Hotél Pai Mateus em Cabaceiras (terra do bode).
O lugar não pega nem celular acreditam?! Pois foi nesse lugar que passamos 4 dias sem tv, internet, vídeo game (Gabriel nem lembrou rsrsr). É certo que não estávamos isolados de tudo porque no hotel tinha tv coletiva, internet e um celular pra os hóspedes fazerem suas ligações. Mas quem lembrou de ver tv? Internet muito menos.
Foi muito bom ver Gabriel correndo no meio do mato feito um bode kkkk, subindo pedras, vendo bichos que raramente vê. Helena por sua vez ficou literalmente de boca aberta com os pássaros comendo nos nossos pés.
Teve forró pé de serra e Helena a dançarina, teve ovo da páscoa de todo tipo, comida típica nem se fala, que o diga a balança.
No apurado geral, foi um passeio diferente, divertido, inesquecível. Principalmente pras crianças.
Abraços a todos,
Míriam